Uma das cidades mais representativas no estado de Goiás e sede de diversas clínicas de recuperação em Goiânia, a capital oferece diversas instituições chaves no processo de recuperação da dependência química. Além do mais é considerada centro educacional do estado de Goiás. Salientando esta premissa, a Universidade Federal de Goiás, localizada na capital Goiânia é representativamente um centro de estudos na área da saúde local, tanto na área da psicologia como na área de medicina.

Desta maneira existem diversas instituições para auxílio de pessoas que sofrem da dependência química e de transtornos relacionados ao comportamento adictivo. Tais clínicas de recuperação em Goiânia são instituições credenciadas tanto pela área da saúde como pela FEBRACT.

A Doença

A doença da dependência química nada mais é que um conjunto de comportamentos obsessivos e compulsivos aliados à substâncias químicas psicoativas. A dependência química não está apenas atreladas à drogas ilícitas como maconha, crack e cocaína. Mas também à uma outra ramificação como a farmacodependência (dependência de medicamentos) ao tabagismo e ao álcool ( alcoolismo).

Os comportamentos obsessivos e compulsivos começam normalmente em fragilidades da vida. Ou em momentos de desconforto em que tal tipo de comportamento serve como base supressora emocional. Ele pode ser encontrado em transtornos alimentares, dependência química, emocional, transtornos sexuais e outros mais.

Instituições e Tratamento

Normalmente para se tratar desses transtornos e dependências, se recorrem a instituições que estejam preparadas para atuar no cessar fogo do uso para que consequentemente aumente a taxa de adesão ao tratamento por parte do paciente. E é exatamente isso que as instituições e clínicas de recuperação em Goiânia fazem. Elas analisam o quadro do paciente, para justamente criar uma rotina para o tratamento.

Normalmente esse tipo de tratamento envolve uma rotina medicamentosa (pelo menos no início), um acompanhamento médico, um acompanhamento psicológico, de terapias ocupacionais e de laborterapia.

Desta maneira as instituições pretendem dentro do prazo estipulado* realizar o resgate da pessoa antes do quadro adictivo se instalar. Pretende-se anular os comportamentos obsessivos e compulsivos ou ao menos reduzi-los, para poder criar hábitos e maneiras saudáveis de se viver. Desta forma, quando o paciente estiver fora da instituição poderá manter os mesmos hábitos para sua vida cotidiana sem as substâncias em questão.

A Internação

Tem como objetivo principal fazer o cessar fogo e adesão ao tratamento, portanto como citado anteriormente existem três tipos de internação sendo elas: Compulsórias, Involuntárias e Voluntárias.

As compulsórias envolvem o ato de um médico psiquiatra criar um laudo técnico solicitando à um juiz o procedimento de internação. Realizado esse processo, com ou sem consentimento da família a internação ocorre. Em questão ao tratamento involuntário, o mesmo ocorre, mas sem a figura do juiz e com o consentimento da família.

O tratamento voluntário é o mais adequado. É neste tipo de tratamento onde todas as partes estão alinhadas. É neste tratamento que o paciente, família e instituição estão alinhados com a necessidade do procedimento de internação, desta forma, a eficácia na obtenção de resultados se eleva.

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